Melhores filmes de 2015

Os melhores filmes lançados no circuito comercial brasileiro em 2015, por ordem de preferência:

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15 – Whiplash: Em Busca da Perfeição (Whiplash, Damien Chazelle, 2014)

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14 – O Sal da Terra (Salt of the Earth, Wim Wenders, 2014)

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13 – Olmo e a Gaivota (idem, Petra Costa, 2014)

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12 – Corrente do Mal (It Follows, David Robert Mitchel, 2014)

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11 – Que Horas Ela Volta? (idem, Anna Muylaert, 2015)

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10 – Últimas Conversas (idem, Eduardo Coutinho, 2015)

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9 – Divertida Mente (Inside Out, Peter Docter e Ronnie Del Carmen, 2015)

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8 – A Visita (The Visit, M. Night Shyamalan, 2015)

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7 – Ponte dos Espiões (Bridge of Spies, Steven Spielberg, 2015)

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6 – Star Wars: O Despertar da Força (Star Wars Episode VII: The Force Awakens, J.J. Abrams, 2015)

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5 – A História da Eternidade (idem, Camilo Cavalcante, 2014)

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4 – Leviatã (Левиафан, Andrey Zvyagintsev, 2014)

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3 – Acima das Nuvens (Clouds of Sils Maria, Olivier Assayas, 2014)

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2 – Mad Max: Estrada de Fúria (Mad Max: Fury Road, 2015)

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1 – Mapas Para as Estrelas (Maps to the Stars, David Cronenberg, 2014)

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Análise Rápida: Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força

“There has been an awakening. Have you felt it?”

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Ansiedade, expectativa, euforia, emoção. Tudo isso está acontecendo neste final de ano nas salas de cinema do mundo todo. Assim também acontece nas lojas e nas redes sociais. Pra quem não é fã, não conhece ou até detesta “Star Wars”, deve ser chato mesmo. No entanto, não há como negar a existência da comoção que os filmes fizeram com várias pessoas, geração após geração, desde que tudo começou na década de 70. Passados mais de 40 anos, as histórias e os personagens clássicos voltam para dar início a novas aventuras.

Claro que essa volta de Star Wars faz parte do surto hollywoodiano em criar reboots, remakes, prequels e sequências inacabadas. E quando o produto tem uma história tão grande como Star Wars, tanto dentro quanto fora das telas, a responsabilidade ainda é maior. Neste novo filme, a coisa funciona. Há um trabalho minucioso em introduzir um novo enredo e os novos personagens, intercalando com a história clássica, mesmo que a roupagem seja a mesma dos primeiros filmes (algo para respeitar e agradar os fãs e abraçar os novos). Isso é visto nas referências emocionantes, uma atrás da outra, e no cuidado em apresentar os personagens novatos. A missão parece ter sido fazer com que o público aceitasse o conteúdo novo e se deleitasse com a nostalgia e a emoção de ver o conjunto de ícones que formaram a mitologia que Star Wars se tornou.

E não só de referências este episódio VII se sustenta. A saga teve que se adaptar às mudanças culturais que a nossa sociedade clama. Nunca nos outros filmes houve tantas mulheres em cena, tendo uma delas um peso importantíssimo na trama (“Fight like a girl”). Talvez isso também seja uma questão de marketing, mas não deixar de ser menos importante ver este caminho de mudança na representatividade de gênero no cinema. E há também representatividade étnica no filme, sem os estereótipos do personagem negro que hollywood impõe. Quantos heróis negros em filmes de fantasia de hollywood você já viu?

Carregado de emoções e nostalgia, mas não dependente dela, o novo Star Wars certamente será um marco para o cinema, assim como a trilogia iniciada há 40 anos (algo que as sequências I, II e III deixaram a desejar um pouco).

Que a força esteja com você!